António Correia
Não sou frequente navegador na NET. Com 84 anos, o meu ADN não é esse. Mas o Nuno, e a Natália, também deixaram tantas pedras bem assentes nos meus alicerces.
Ver maisNão sou frequente navegador na NET. Com 84 anos, o meu ADN não é esse. Mas o Nuno, e a Natália, também deixaram tantas pedras bem assentes nos meus alicerces.
Ver maisPor ocasião das “eleições de 1973”, as últimas do regime salazarista, preparei um livro de entrevistas com personalidades políticas oposicionistas (...)
Ver maisUm dia conheci o Nuno. Um dia, há alguns, muitos anos atrás... agora não me lembro ao certo, mas também não interessa!
Ver maisNo primeiro mandato para que fui eleito num Conselho Directivo da AAP/OA (Associação dos Arquitectos Portugueses/Ordem dos Arquitectos), no triénio de 1990/92, constatei (...)
Ver maisNão posso dizer que conheci o Nuno, cruzei-me com ele… E lembro-me de cada uma das vezes.
Ver maisO Nuno e a Maria Natália Teotónio Pereira eram amigos dos meus pais. Faziam parte de um grupo de católicos progressistas que queriam mudar aquele provinciano e bolorento país em que vivíamos.
Ver maisConhecer o Nuno, quando com vergonha lhe pedi uma entrevista a propósito de um trabalho da faculdade sobre o Congresso de 48, foi uma experiência transformadora.
Ver maisSão os teus sonhos de betão que ainda nos acompanham / espalhados que estão pela tua cidade / preenchidos de pessoas e ideias / conheci-te nas amoreiras em 1956 (...)
Ver maisMal tive conhecimento de que este ano seria celebrado o centenário do nascimento de Nuno Teotónio Pereira, senti a alegria de poder participar.
Ver maisCom o sentimento de enorme gratidão pelo acolhimento e pela generosidade que o Nuno Teotónio Pereira sempre manifestou em relação aos jovens (...)
Ver maisEm 1963 regressava a Portugal e por razões profissionais vim viver para Lisboa. Tinha regressado de Paris onde estudara durante quatro anos e aí fui aprofundando a minha formação política.
Ver maisDo cesto da gávea, vigilante e atento, ao Arquitecto Nuno Teotónio Pereira no Centenário do seu Nascimento e à memória da Natália sua extraordinária mulher ofereço-vos o MAR
Ver maisPeguei na autobiografia de Nuno Teotónio Pereira, intitulada “Do século XIX ao XX”, publicada no Jornal de Letras, edição de 19 de Janeiro a 1 de Fevereiro de 2005, guardada no catálogo da exposição que estivera no CCB (...)
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